03/10 – Você já ouviu falar no NAC?

Quando o assunto é emagrecimento, a resposta mais comum é: “faça aeróbico!”.
Mas será que caminhar, correr ou pedalar é suficiente?
A ciência mostra que os melhores resultados vêm da combinação de estratégias — e não apenas de um único tipo de exercício.
Por que o aeróbico ajuda
- Usa gordura como combustível: em intensidades moderadas, o corpo recorre às reservas de gordura para gerar energia.
- Funciona em sessões longas: quanto mais tempo você se move, maior a mobilização dessas reservas.
- Protege o coração: fortalece o sistema cardiovascular e melhora a resistência física.
O limite do aeróbico
Apesar de eficiente, ele não garante resultados duradouros sozinho. É aí que entra o treino de força:
- Queima em repouso: músculos ativos aumentam o gasto calórico até mesmo em descanso.
- Efeito pós-treino: após a musculação, o corpo continua consumindo energia para reparar os músculos.
- Tônus preservado: reduz a flacidez durante o processo de emagrecimento.
Como acelerar os resultados
- Combine aeróbico + força: alterne corrida, caminhada ou natação com musculação ou funcional.
- Inclua HIIT: treinos intervalados de alta intensidade queimam mais gordura em menos tempo.
- Ajuste a alimentação: proteínas, fibras e gorduras boas potencializam os efeitos do treino.
Para levar daqui
O aeróbico é um excelente começo, mas o equilíbrio entre exercícios e nutrição é o que realmente transforma o corpo.
Queimar gordura não depende só do esforço — depende da estratégia. *
Fontes:
1. Exame – 14 mitos e verdades sobre queima de gordura X malhação
2. Minha Vida – Abdominais: 9 mitos e verdades que você precisa saber
3. BBC News Brasil – Para onde vai a gordura que queimamos quando perdemos peso?

Poucos suplementos têm efeitos tão amplos quanto o NAC (N-acetilcisteína).
Derivado do aminoácido L-cisteína, ele é precursor da glutationa — um dos antioxidantes mais potentes do corpo.
Isso significa que ele ajuda a limpar toxinas, proteger órgãos e combater o envelhecimento celular.
Pulmões mais fortes
- Reduz muco e inflamação: facilita a respiração e alivia sintomas em condições como bronquite e DPOC.
- Impacto direto na qualidade de vida: quem tem dificuldades respiratórias sente a diferença no dia a dia.
Fígado protegido
- Detox natural: usado até em casos de intoxicação por paracetamol.
- Regeneração hepática: apoia a proteção contra danos do álcool e de outras toxinas.
Escudo contra o envelhecimento
- Aumenta a glutationa: neutraliza radicais livres que aceleram o envelhecimento.
- Resultados práticos: mais energia, menos inflamação e prevenção de doenças crônicas.
Para levar daqui
O NAC não é “mais um suplemento”.
Ele atua como protetor do corpo, apoiando pulmões, fígado e células contra danos invisíveis.
Mas atenção: o uso deve ser sempre acompanhado por um profissional de saúde para garantir segurança e eficácia. *
Fontes:
1. NIH – N-acetilcisteína (NAC): Impactos na saúde humana
2. ScienceDirect – O efeito da N-acetilcisteína (NAC) na cognição humana: uma revisão sistemática

Você já ouviu falar na importância do zinco.
Mas será que está consumindo o suficiente?
Esse mineral essencial participa de mais de 300 reações no corpo, apoiando a imunidade, a cicatrização, a saúde da pele, o metabolismo e até o paladar.
Quando está em falta, o corpo dá sinais bem claros — mesmo que muita gente ignore.
Sinais de que o zinco pode estar em falta
1. Queda de cabelo – fios mais frágeis e queda excessiva.
2. Unhas fracas ou com manchas brancas – aquelas marquinhas podem ser um alerta.
3. Pele ressecada e acne – deficiência compromete a regeneração e o equilíbrio da oleosidade.
4. Cortes que demoram a cicatrizar – a cicatrização fica lenta sem zinco suficiente.
5. Imunidade baixa – gripes e resfriados frequentes.
6. Fadiga e dificuldade de concentração – já que o zinco participa da produção de energia e função cerebral.
Onde encontrar zinco na alimentação
- Carnes vermelhas e frutos do mar
- Sementes de abóbora e castanhas
- Leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico)
- Ovos
Esses alimentos são boas fontes para manter o equilíbrio. Em alguns casos, pode ser necessário suplementar — mas sempre com orientação profissional.
Para levar daqui
O zinco é um nutriente essencial, mas a deficiência é mais comum do que se imagina.
Prestar atenção nos sinais do corpo e ajustar a alimentação pode melhorar a imunidade, a energia, a pele, o cabelo e até o foco mental.
Seu corpo fala. A questão é: você está ouvindo?
Fontes:
Nutricionista Camile Zanichelli, CFN 18101381, é nutricionista formada pela Universidade de Vila Velha. Possui mestrado em Ciências Farmacêuticas com linha de pesquisa em Produtos Naturais: Aspectos Químicos, Biológicos e Aplicações pela mesma universidade e é pós-graduada em Nutrição Clínica pelo Almanaque Nutrição.


