Posso ajudar?
Pular para o conteúdo
25% de Cashback! Frete Barato97% Satisfação Total241.319+ Pedidos Mensais Entregues Antes do Prazo
← Notícias

05/11 – por que desparasitar mais de uma vez?

Você já parou para pensar que, mesmo se cuidando bem, o corpo pode estar dividindo espaço com “hóspedes” que não foram convidados?

05/11 – por que desparasitar mais de uma vez?

05/11 – por que desparasitar mais de uma vez?

Equipe AlwaysFit

  • #diabetes
  • #infections
  • #probiotics
  • #reduzir
  • #resumindo
  • #parasitic
  • #clinic
  • #probióticos

Você já parou para pensar que, mesmo se cuidando bem, o corpo pode estar dividindo espaço com “hóspedes” que não foram convidados?

Muita gente associa vermes e parasitas à infância — aquela fase em que os pais levavam no médico e o xarope fazia parte da rotina.

Mas a verdade é que os parasitas não desaparecem quando a gente cresce.

Eles continuam presentes no ambiente, na água, nos alimentos mal lavados e até no contato com animais.

E o detalhe mais preocupante: podem viver dentro do corpo sem dar sinais óbvios por muito tempo.

O inimigo invisível

Segundo a Cleveland Clinic e o MSD Manuals, parasitas intestinais conseguem se instalar no organismo sem causar sintomas imediatos.

Enquanto isso, competem por nutrientes, irritam o intestino e podem até enfraquecer o sistema imunológico.

É por isso que tanta gente sente fadiga, queda na energia, perda de peso ou anemia sem imaginar que a causa pode estar ligada a uma infecção parasitária.

Por que não basta tratar uma vez?

De acordo com a WHO, mais de 1,5 bilhão de pessoas no mundo sofrem com infecções por vermes transmitidos pelo solo. E em regiões tropicais, como o Brasil, o risco de reinfecção é muito alto.

Um estudo publicado na Frontiers in Parasitology reforça: mesmo depois de tratar, é comum se expor novamente às mesmas fontes de contaminação — e o ciclo recomeça.

O cuidado contínuo

A desparasitação periódica ajuda a:

  • Reduzir a carga parasitária no organismo
  • Evitar deficiências nutricionais causadas por esses “ladrões de nutrientes”
  • Proteger a saúde intestinal e imunológica
  • Melhorar disposição e qualidade de vida

Resumindo

Desparasitar não é um cuidado restrito à infância.

É uma estratégia de prevenção recorrente, que mantém o corpo protegido contra invasores invisíveis e garante que a energia e os nutrientes fiquem onde devem estar: em você. *

Fontes:

1. MSD Manuals – Overview of Parasitic Infections

2. Frontiers in Parasitology – Human parasitic infections: global health challenge

3. Cleveland Clinic – Parasitic Infections

4. WHO – Soil-transmitted helminth infections

5. Cleveland Clinic – Intestinal Parasites


Você já reparou como essas palavras aparecem em rótulos de iogurtes, suplementos e até comerciais de TV? E, no fim, muita gente ainda se pergunta:

“Não são a mesma coisa?”

Na verdade, não.

E entender a diferença é fundamental para cuidar do intestino — e da saúde como um todo.

Probióticos: os habitantes

Probióticos são micro-organismos vivos — como lactobacilos e bifidobactérias — que, segundo a Mayo Clinic e o NCCIH, podem trazer benefícios quando ingeridos em quantidades adequadas.

Eles ajudam a equilibrar a microbiota, melhoram a digestão, fortalecem a imunidade e podem até influenciar o humor.

Estão presentes em alimentos fermentados (como iogurte, kefir e kombucha) e em suplementos.

Prebióticos: o alimento deles

Já os prebióticos não são bactérias vivas, mas sim fibras e compostos vegetais que o corpo não digere.

De acordo com a Healthline e estudos publicados na Signal Transduction and Targeted Therapy, eles servem de “combustível” para as bactérias boas crescerem e se manterem ativas.

Alho, cebola, banana verde, aspargos e aveia estão entre as principais fontes.

A força da combinação

Pesquisas recentes destacam que o efeito mais poderoso acontece quando os dois trabalham juntos:

  • Probióticos adicionam novas bactérias boas
  • Prebióticos garantem que elas sobrevivam e prosperem

Essa parceria melhora a digestão, ajuda a regular o sistema imune e fortalece a barreira intestinal, protegendo contra inflamações e desequilíbrios.

É como uma cidade: os probióticos são os habitantes e os prebióticos o mercado que garante comida para todos.

Resumindo:

  • Probióticos = micro-organismos vivos.
  • Prebióticos = alimento para essas bactérias.

Um reforça o outro. E juntos, constroem um intestino mais saudável e um corpo mais equilibrado. *

Fontes:

1. Nature – Probiotics, prebiotics, and synbiotics: gut and beyond

2. Healthline – Probiotics and Prebiotics: What You Need to Know

3. Mayo Clinic – Probiotics: What They Are and How They Work

4. NCCIH – Probiotics: Usefulness and Safety


Sabe quando o açúcar carameliza e deixa a comida mais dura e grudada?

Algo parecido acontece dentro do corpo — só que sem graça nenhuma.

Esse processo se chama glicação e está ligado ao envelhecimento acelerado, à rigidez das articulações e ao surgimento de diversas doenças crônicas.

O que é a glicação

Segundo pesquisas publicadas no International Journal of Endocrinology and Metabolism, a glicação é uma reação em que o excesso de açúcar no sangue se liga a proteínas e gorduras.

Esse processo forma compostos chamados AGEs (Produtos Finais de Glicação Avançada), que se acumulam nos tecidos ao longo do tempo.

O resultado? Estruturas mais rígidas, menos elásticas e mais vulneráveis a danos.

Impactos no corpo

Estudos revisados no Nutrients e no Diabetes UK mostram que os AGEs podem:

  • Deixar a pele mais flácida e enrugada
  • Endurecer articulações, favorecendo dores e degeneração
  • Danificar vasos sanguíneos, aumentando o risco de doenças cardiovasculares
  • Contribuir para complicações em diabetes, como problemas renais, oculares e neurológicos

Quem está mais em risco

A glicação acontece em todo mundo, mas é acelerada quando há:

  • Excesso de açúcar e ultraprocessados na dieta
  • Glicemia mal controlada (pré-diabetes e diabetes)
  • Fatores como tabagismo e estresse oxidativo, que aumentam a formação de AGEs

É possível reduzir?

Não dá para eliminar completamente a glicação, mas dá para diminuir o impacto.

De acordo com o PubMed e estudos recentes, ajudam nesse processo:

  • Reduzir o consumo de açúcares simples e frituras em alta temperatura
  • Praticar exercícios físicos regularmente
  • Aumentar antioxidantes na dieta (vitamina C, polifenóis, compostos de frutas e vegetais)

Resumindo

A glicação é como um “caramelo indesejado” que endurece e envelhece os tecidos por dentro.

Controlar o açúcar não é apenas questão de peso: é proteger pele, articulações, vasos e órgãos vitais contra um desgaste silencioso. *

Fontes:

1. International Journal of Endocrinology and Metabolism – Advanced Glycation End Products in Aging and Disease

2. Nutrients – Role of Advanced Glycation End Products in Health and Disease

3. Diabetes UK – Complications of Diabetes

4. PubMed – Advanced Glycation End Products and Aging


Enviamos para todo o Brasil

Receba seu pedido onde estiver.

Compre com segurança

Em todo o site Always Fit®.

Atendimento fácil

Tire dúvidas com nosso SAC.

Pague parcelado

Em até 12x.