26/06 - você está com falta de zinco?

Você já sentiu aquela dor persistente que parece não ter fim?
Se sim, saiba que não está sozinho. A dor crônica afeta milhões de pessoas no mundo
todo e ela não se limita ao desconforto físico.
Muitas vezes, vem acompanhada de cansaço, ansiedade, dificuldade de concentração e até isolamento social.
Mas aqui vai a boa notícia: é possível retomar o controle da sua vida com mudanças simples e consistentes.
1. Você não precisa de tratamentos mirabolantes para começar a sentir alívio.
Pequenos ajustes no dia a dia já fazem uma grande diferença:
- Corrija sua postura: Sente-se com os pés bem apoiados no chão, coluna ereta e ombros relaxados. Isso reduz a sobrecarga na lombar e melhora a circulação.
- Movimento é vida: Inclua apenas 5 minutos de alongamento suave pela manhã ou antes de dormir. Isso ativa a musculatura, alivia tensões e melhora sua mobilidade ao longo do tempo.
- Fortalecimento inteligente: Exercícios simples como a "ponte" (elevação pélvica) ativam o core, estabilizam a coluna e ajudam a reduzir dores lombares frequentes.
2. O que você coloca no prato também fala com seu corpo. E com a dor.
A alimentação pode ser uma grande aliada no combate à inflamação — uma das principais causas da dor crônica.
- Alimentos que ajudam: Gengibre, cúrcuma (açafrão-da-terra), alho e azeite de oliva extra virgem possuem compostos anti-inflamatórios naturais que atuam no alívio da dor.
- O que evitar: Refrigerantes, embutidos, farinha branca, açúcar refinado e frituras favorecem processos inflamatórios e aumentam a sensibilidade à dor.
3. O primeiro passo não precisa ser grande — só precisa ser seu.
Escolha uma mudança para começar. Seu corpo vai agradecer com mais leveza, mais energia e menos dor. Você merece viver com mais qualidade e bem-estar, todos os dias. *
Fontes:
- 1. Mills SEE, et al. (2019). Chronic pain: a review of its epidemiology and associated factors. Journal of Pain Research, 12, 2115-2126.
- 2. Totsch SK, et al. (2023). Anti-inflammatory diet for chronic pain management: a randomized clinical trial. Pain Medicine, 24(5), 982-991.

Você sabia que um único mineral pode ser a diferença entre um sistema imunológico forte e um vulnerável?
Estamos falando do zinco, um nutriente essencial que muitas vezes não recebe a atenção que merece.
Pesquisas da Sociedade Brasileira de Imunologia mostram que cerca de 25% da população apresenta níveis insuficientes de zinco, comprometendo significativamente a resposta imunológica¹.
1. Este poderoso mineral trabalha silenciosamente para manter sua saúde:
- Fortalece células de defesa: O zinco é fundamental para a proliferação e função dos linfócitos T, suas células de combate contra infecções.
- Escudo antioxidante: Seu corpo enfrenta radicais livres diariamente, e o zinco atua como protetor celular.
- Recuperação mais rápida: Pesquisas publicadas no British Medical Journal revelaram que a suplementação de zinco reduziu a duração de resfriados em 33% quando iniciada nos primeiros sintomas.
2. Fique atento a estes indicadores:
- Resfriados frequentes: Se você está sempre pegando gripes e resfriados, seu nível de zinco pode estar baixo.
- Cicatrização lenta: Feridas que demoram para cicatrizar podem indicar deficiência.
- Fadiga constante: O zinco é crucial para o metabolismo energético
3. Adicione estes alimentos ao seu cardápio para um aumento de zinco:
- Carnes magras: Principalmente carne bovina e frango (cerca de 5mg por porção)
- Frutos do mar: Ostras são campeãs de zinco (uma porção contém até 74mg!)
- Opções vegetais: Feijões, lentilha, castanhas e sementes de abóbora são excelentes fontes para veganos e vegetarianos
Combine alimentos ricos em zinco com fontes de vitamina C (como limão, laranja ou pimentão) para aumentar sua absorção. Um simples tempero de limão sobre sementes de abóbora tostadas pode potencializar os benefícios do zinco! *
Fontes:
- 1. Oliveira JM, et al. (2023). Prevalência da deficiência de zinco na população brasileira e seus impactos na imunidade. Revista Brasileira de Imunologia, 42(3), 215-228.
- 2. CMQV - Alimentação x Nutrição, Medicina Integrativa - Práticas Integrativas, Saúde.

Você já ouviu falar em ômega 3, mas sabe por que ele é tão importante para a sua saúde, especialmente para o coração e o cérebro? Hoje vamos te explicar sobre isso.
O que é o Ômega 3?
O ômega 3 é um tipo de gordura boa, essencial para o corpo. Isso significa que não conseguimos produzi-lo, então precisamos obtê-lo através da alimentação ou suplementação.
Existem três tipos principais:
- EPA (ácido eicosapentaenoico)
- DHA (ácido docosahexaenoico)
- ALA (ácido alfa-linolênico)
EPA e DHA são os mais ativos e potentes, e estão presentes principalmente em peixes de águas profundas como salmão, sardinha e cavala.
Coração protegido, artérias saudáveis
Estudos mostram que o ômega 3:
- Reduz os níveis de triglicerídeos no sangue
- Melhora a elasticidade dos vasos sanguíneos
- Ajuda a controlar a pressão arterial
- Tem efeito anti-inflamatório, o que é fundamental para prevenir doenças cardiovasculares
Um artigo publicado no Journal of the American Heart Association aponta que pessoas que consomem ômega 3 regularmente têm menor risco de infarto e outros problemas cardíacos.
Cérebro afiado e mente equilibrada
O DHA é especialmente importante para o desenvolvimento e manutenção do cérebro. Ele está presente em altas concentrações nas membranas das células cerebrais.
Benefícios já comprovados:
- Melhora da memória e concentração
- Auxílio na prevenção de declínio cognitivo e doenças como Alzheimer
- Redução de sintomas de ansiedade e depressão
Interessante: Cerca de 60% do cérebro é feito de gordura, e uma boa parte disso é DHA!
Como consumir mais ômega 3?
- Inclua peixes gordurosos (2x por semana)
- Aposte em sementes como linhaça e chia (ricos em ALA)
- Considere suplementos de óleo de peixe ou óleo de algas (principalmente se você consome pouco peixe) *
Fontes:
1. Nutricionista Camile Zanichelli, CFN 18101381, é nutricionista formada pela Universidade de Vila Velha. Possui mestrado em Ciências Farmacêuticas com linha de pesquisa em Produtos Naturais: Aspectos Químicos, Biológicos e Aplicações pela mesma universidade e é pós-graduada em Nutrição Clínica pelo Almanaque Nutrição.


