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29/08 – Você sabe qual magnésio escolher?

Sentir rigidez ao acordar, como se o corpo demorasse para “destravar”…

29/08 – Você sabe qual magnésio escolher?

29/08 – Você sabe qual magnésio escolher?

Equipe AlwaysFit

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Sentir rigidez ao acordar, como se o corpo demorasse para “destravar”…

Ouvir estalos ao se mover, principalmente nos joelhos ou ombros…

E perceber aquela dor incômoda depois de um esforço maior, como subir escadas ou carregar peso.

Esses sinais, segundo a Mayo Clinic e a Cleveland Clinic, podem indicar o início de um desgaste articular — um processo comum com o passar dos anos.

O que acontece dentro da articulação?

A articulação é formada por ossos, cartilagem, líquido sinovial, ligamentos e músculos.

  • A cartilagem é um tecido liso e flexível que recobre as extremidades dos ossos, funcionando como um amortecedor natural.
  • Com o tempo, ela vai ficando mais fina, áspera e menos elástica, reduzindo sua capacidade de absorver impacto.
  • Esse atrito maior entre os ossos pode gerar dor, inflamação e perda de mobilidade.
  • Em alguns casos, o corpo tenta compensar formando “pontinhas de osso” (osteófitos), o que pode agravar o desconforto.

Por que isso acontece?

Segundo o NHS e o NCBI, os principais fatores que levam ao desgaste são:

  • Envelhecimento natural: com a idade, há redução na produção de colágeno e mudanças na composição do líquido sinovial, diminuindo a lubrificação.
  • Sobrepeso: cada quilo extra pode representar até 4 vezes mais carga sobre os joelhos.
  • Excesso de impacto: esportes de repetição ou trabalho físico intenso podem acelerar a degeneração.
  • Genética: algumas pessoas têm cartilagem naturalmente mais frágil.
  • Inflamação crônica: processos silenciosos no corpo favorecem a degradação da cartilagem.

É sempre doença?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o desgaste articular pode fazer parte do envelhecimento fisiológico.

Mas quando ele evolui para dor persistente, rigidez prolongada e limitação de movimento, pode se transformar em osteoartrite — uma condição clínica que exige diagnóstico médico e acompanhamento contínuo.

Reconhecer os sinais precoces é essencial para agir antes que o problema limite sua qualidade de vida. *

NOTICIA:

Esse tema tem sido muito pedido por vocês — e ao longo dos próximos dias vamos trazer esse assunto respondendo às principais dúvidas de vocês sobre saúde articular!

Fontes:

1. NHS – Osteoarthritis

2. NCBI – Osteoarthritis (StatPearls)

3. World Health Organization – Osteoarthritis: Key facts

4. Cleveland Clinic – Osteoarthritis: Symptoms, Causes and Treatments

5. Mayo Clinic – Osteoarthritis: Symptoms & Causes


Por muito tempo, a gordura foi vista como inimiga da saúde.

Mas de acordo com a American Heart Association e a Mayo Clinic, não é a gordura em si o problema — e sim o tipo que consumimos.

O que são as gorduras boas?

Segundo Harvard e o NIH, as principais são:

  • Ômega-3 (poli-insaturadas) – presentes em peixes como salmão, sardinha e cavala, além de sementes como linhaça e chia. Ajudam a reduzir inflamações e protegem o coração.
  • Gorduras monoinsaturadas – encontradas no azeite de oliva, nozes e abacate. Contribuem para melhorar o colesterol e manter energia estável.
  • Outras poli-insaturadas – como as de algumas sementes e óleos vegetais, que apoiam a saúde cardiovascular.

Essas gorduras são consideradas aliadas da longevidade, porque reduzem o risco de doenças do coração e ajudam na função cerebral.

E as gorduras ruins?

  • Gorduras trans: devem ser evitadas, pois aumentam o risco de doenças cardiovasculares. Estão em frituras, biscoitos industrializados e margarinas.
  • Saturadas em excesso: presentes em carnes gordurosas e laticínios integrais, podem elevar o LDL (“colesterol ruim”) se consumidas em grande quantidade.

Por que isso importa depois dos 45?

Com o envelhecimento, cresce a propensão a colesterol alto, inflamação silenciosa e declínio cognitivo.

É justamente nesse momento que as gorduras boas se tornam ainda mais importantes: elas ajudam a proteger o coração, preservar a memória e manter energia equilibrada.

Incluir pequenas porções de azeite, peixes, sementes e castanhas na rotina é uma forma simples e eficaz de cuidar do corpo todos os dias. *

Fontes:

1. American Heart Association – Dietary Fats

2. NIH – Omega-3 Fatty Acids: Fact Sheet for Health Professionals

3. Harvard T.H. Chan School of Public Health – Types of Fat

4. Mayo Clinic – The truth about fats: the good, the bad and the in-between


"O magnésio é essencial para o corpo."

De acordo com a Harvard Health, ele participa de mais de 300 reações bioquímicas — incluindo a produção de energia, a contração e o relaxamento muscular, a regulação da pressão arterial e até funções cognitivas.

Não é à toa que ele se tornou um dos suplementos mais buscados. Mas surge a dúvida: qual tipo escolher?

As formas mais conhecidas

Segundo o NIH e o WebMD, os principais tipos são:

  • Magnésio quelato (bisglicinato) – apresenta boa absorção, indicado para reposição geral.
  • Magnésio treonato – estudado pelo potencial de atravessar a barreira hematoencefálica e apoiar funções cognitivas.
  • Magnésio dimalato – associado à produção de energia, pode ajudar em casos de fadiga.
  • Magnésio óxido – contém alta concentração, mas baixa absorção; muitas vezes usado como laxante.

O que levar em conta na escolha

De acordo com o NIH e a Nutrition Source (Harvard), pontos importantes são:

  • Objetivo – sono, energia, cognição ou saúde óssea.
  • Absorção – algumas formas são mais biodisponíveis.
  • Tolerância – certos tipos podem causar desconforto intestinal.

Por que isso é importante depois dos 45?

Com o envelhecimento, a absorção de nutrientes pode diminuir e as necessidades de magnésio aumentar.

Escolher a forma correta é fundamental para realmente sentir os benefícios — e não se frustrar com um suplemento ineficaz.

Esse é só o primeiro passo: nos próximos dias, vamos falar sobre sinais de deficiência de magnésio, quando suplementar e como potencializar a absorção. *

Fontes:

1. Harvard Health – What can magnesium do for you, and how much do you need?

2. NIH – Magnesium: Fact Sheet for Health Professionals

3. NIH – Magnesium: Fact Sheet for Consumers

4. WebMD – Magnesium: Overview and Supplement Guide

5. Harvard T.H. Chan School of Public Health – Magnesium


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