31/08 – Olhos cansados? 5 passos práticos

O própolis é mais conhecido pelas suas propriedades antimicrobianas, mas estudos recentes mostram que ele também pode apoiar o metabolismo e a proteção de órgãos como rins e fígado.
A boa notícia é que ele pode ser facilmente incluído na rotina — e de diferentes formas.
1. Tipos de própolis
- Própolis verde – comum no Brasil, rico em artepillin C, com forte ação antioxidante.
- Própolis marrom – mais tradicional, com efeito antimicrobiano marcante.
- Própolis vermelho – mais raro, com alta concentração de polifenóis.
2. Formas de consumo
- Extrato líquido: geralmente em gotas, diluído em água, suco ou até no café.
- Cápsulas: prática para quem prefere padronização de dose.
- Mel com própolis: combinação tradicional, mas deve ser usada com moderação por quem controla glicemia.
3. Como escolher
- Prefira sempre produtos com registro na Anvisa.
- Verifique a concentração de compostos ativos (normalmente indicada em % de flavonoides ou fenólicos).
- Evite fórmulas com excesso de açúcar ou álcool, se tiver restrições.
4. Recomendações gerais
- O consumo pode variar de acordo com a forma escolhida (extrato, cápsula, etc.), mas em estudos clínicos as doses giram em torno de 300 a 500 mg por dia.
- O própolis deve ser visto como complemento a hábitos saudáveis — não como substituto de medicamentos prescritos.
- Pessoas com alergia a produtos apícolas precisam ter cautela.
Resumo prático: O própolis pode ser incorporado de forma simples à rotina, seja em gotas, cápsulas ou mel.
A escolha do tipo e da dose deve considerar tanto a qualidade do produto quanto as necessidades individuais. *
Fontes:
- 1. NIH - Propolis supplementation improves glycemic and antioxidant status in patients with type 2 diabetes: A randomized, double-blind, placebo-controlled study
- 2. Repositório Institucional da Ufal - Efeitos da própolis na cicatrização de feridas e no diabetes mellitus: uma revisão integrativa da literatura

Entre computador, celular e TV, seus olhos ficam em média 6 a 8 horas por dia diante de telas.
O resultado? Cansaço, visão embaçada, irritação — e até insônia.
Mas algumas atitudes simples podem aliviar esse esforço diário e proteger sua visão:
1. Use a regra 20-20-20
A cada 20 minutos, olhe por 20 segundos para algo a 6 metros de distância.
Isso relaxa a musculatura ocular.
2. Ajuste o brilho das telas
Mantenha o brilho próximo ao do ambiente.
Luz intensa ou contraste muito alto aumentam a fadiga visual.
3. Invista em óculos de proteção
Filtros contra luz azul reduzem o impacto das telas.
Para o sol, prefira lentes com proteção UV.
4. Alimente seus olhos
Inclua nutrientes como luteína, zeaxantina, ômega-3 e vitamina A.
Eles funcionam como antioxidantes naturais contra o envelhecimento ocular.
5. Desconecte antes de dormir
Evite telas pelo menos 1 hora antes de deitar.
Assim, a melatonina age sem bloqueios e o sono vem mais fácil.
Resumo prático: Pequenas mudanças como pausas visuais, filtro de luz azul e uma dieta colorida podem fazer seus olhos descansarem mais e seu corpo dormir melhor. *
Fontes:
- 1. Parisi et al. (2008). "Carotenoids and Antioxidants in Age-Related Maculopathy Italian Study"
- 2. Yeh et al. (2016). "Astaxanthin Inhibits Expression of Retinal Oxidative Stress and Inflammatory Mediators in Streptozotocin-Induced Diabetic Rats"
3. Tominaga et al. (2012). "Protective effects of astaxanthin on skin deterioration"
4. Chang & Xiong (2020). "Astaxanthin and its Effects in Inflammatory Responses and Inflammation-Associated Diseases"
5. West et al. (2011). "Blue light from light-emitting diodes elicits a dose-dependent suppression of melatonin in humans"
6. Gowda et al. (2018). "Role of astaxanthin in the modulation of brain-derived neurotrophic factor and spatial learning behavior"

Você já sentiu aquela sensação de peso depois de comer? O inchaço e desconforto podem ser sinais de digestão lenta.
Vamos entender o que acontece e quais soluções realmente funcionam!
Como Funciona a Digestão?
A digestão começa na mente! O cérebro já prepara o estômago antes da primeira mordida. Ao mastigar, o alimento se mistura com enzimas da saliva.
No estômago, o ácido clorídrico quebra proteínas e ativa enzimas essenciais.
No intestino delgado, enzimas do pâncreas e bile entram em ação, e os nutrientes são absorvidos.
Quando algo falha nesse processo, surgem desconfortos como inchaço, gases e azia.
Principais Causas:
- Pouca fibra: Alimentos processados dificultam o trabalho intestinal
- Mastigação rápida: Sobrecarrega o estômago
- Baixa acidez: Prejudica a quebra de proteínas
- Falta de enzimas: Dificulta a absorção de nutrientes
- Estresse: Desacelera o sistema digestivo
- Desidratação: Compromete a produção de sucos digestivos
- Uso de antiácidos: Reduz a acidez necessária para digestão adequada
Como Melhorar Naturalmente:
- Mastigue devagar: Comer com calma reduz refluxo e gases
- Consuma enzimas naturais: Mamão, abacaxi e gengibre facilitam a digestão
- Aumente as fibras: Aveia, chia e vegetais folhosos melhoram o trânsito intestinal
- Hidrate-se: Beba água ao longo do dia
- Fortaleça seu microbioma: Inclua probióticos como iogurtes naturais e kefir
Experimente essas mudanças simples e sinta a diferença na sua digestão! *
Fontes:
1. Nutricionista Camile Zanichelli, CFN 18101381, é nutricionista formada pela Universidade de Vila Velha. Possui mestrado em Ciências Farmacêuticas com linha de pesquisa em Produtos Naturais: Aspectos Químicos, Biológicos e Aplicações pela mesma universidade e é pós-graduada em Nutrição Clínica pelo Almanaque Nutrição.


