10/10 – Por que tenho manchas?

Você sabia que existem diferentes tipos de manchas na pele — e que cada uma pede um cuidado específico?
Hoje, vamos te ajudar a identificar as mais comuns e entender como prevenir e tratar com segurança.
1. Melasma
- Como identificar: manchas irregulares e amarronzadas
- Onde aparece: rosto, especialmente bochechas e testa
- Causa principal: alterações hormonais e exposição solar
O melasma costuma surgir após mudanças hormonais — como gravidez ou uso de anticoncepcionais — e se intensifica com o sol. O protetor solar é o melhor aliado no controle.
2. Manchas solares
- Como identificar: manchas escuras e arredondadas
- Onde aparece: áreas mais expostas ao sol (rosto, colo, mãos)
- Causa principal: exposição solar prolongada sem proteção
Essas manchas tendem a surgir com o passar dos anos. A boa notícia é que são evitáveis com o uso diário de protetor solar e cuidados simples de fotoproteção.
3. Manchas pós-inflamatórias
- Como identificar: manchas avermelhadas ou escurecidas
- Onde aparece: no local de lesões, espinhas ou irritações
- Causa principal: inflamação da pele
São respostas do corpo a processos inflamatórios, como acne ou feridas. Com o tempo, tendem a clarear, mas a hidratação e o uso de produtos calmantes aceleram a recuperação.
Dica: fotografe as manchas periodicamente para acompanhar alterações de tamanho, cor e formato. Isso ajuda a perceber mudanças precoces.
Quando procurar um dermatologista?
- Se a mancha muda de cor ou formato
- Se cresce rapidamente
- Se causa coceira ou ardência persistente
- Se novas manchas surgem sem motivo aparente
Esses sinais merecem avaliação profissional — especialmente se houver histórico familiar de câncer de pele.
Prevenção é o melhor caminho
- Use protetor solar todos os dias (mesmo em dias nublados)
- Evite o sol entre 10h e 16h
- Mantenha a pele hidratada
- Use chapéu e óculos de sol para reforçar a proteção
Cuidar da pele é também cuidar da sua saúde. A prevenção diária é simples — e faz toda a diferença a longo prazo. *
Fontes:
Nutricionista Camile Zanichelli, CFN 18101381, é nutricionista formada pela Universidade de Vila Velha. Possui mestrado em Ciências Farmacêuticas com linha de pesquisa em Produtos Naturais: Aspectos Químicos, Biológicos e Aplicações pela mesma universidade e é pós-graduada em Nutrição Clínica pelo Almanaque Nutrição.

Quem nunca sentiu aquele cansaço que parece não passar?
Mesmo dormindo bem e se alimentando direito, é comum que a energia falhe — e, muitas vezes, a causa está na falta de vitaminas do complexo B, especialmente B6, Metilfolato (B9) e Metilcobalamina (B12).
Essas três vitaminas atuam juntas para manter o equilíbrio do corpo e da mente.
A B6 apoia o cérebro e o sistema imune, o Metilfolato (B9) ajuda na renovação celular, e a B12 garante energia e saúde neurológica.
Sinais de que algo pode estar faltando
Se o cansaço se tornou rotina, preste atenção a outros sinais que podem acompanhar:
dificuldade de concentração, alterações de humor e até formigamento nas mãos e nos pés.
Esses sintomas são o jeito do corpo pedir por mais suporte nutricional.
Quem precisa de mais atenção
Algumas pessoas têm maior risco de deficiência — como vegetarianos, gestantes, pessoas com problemas intestinais e quem já passou dos 50 anos.
Nesses casos, a absorção das vitaminas tende a ser menor e o acompanhamento profissional é essencial.
Como cuidar melhor
Inclua no dia a dia alimentos ricos em complexo B, como folhas verdes, carnes magras e leguminosas.
E, se os sintomas persistirem, vale conversar com um profissional sobre a possibilidade de suplementação.
Pequenas mudanças de hábito podem fazer uma grande diferença na sua disposição e bem-estar. *
Fontes:
1. MANUAL MSD - Deficiência de vitamina B6
2. MANUAL MSD - Deficiência de folato
3. Hemos - Tire suas dúvidas sobre deficiência de vitamina B12 e ácido fólico

Se eu te dissesse que boa parte da sua imunidade depende do seu intestino, você acreditaria?
Pois é — o que acontece dentro do seu sistema digestivo tem um impacto enorme na sua saúde.
E é aí que entram os probióticos.
O que são e como agem
Os probióticos são microrganismos vivos benéficos — como bactérias e leveduras — que colonizam o intestino e ajudam a manter o equilíbrio da microbiota intestinal.
Pense neles como os “bons moradores” do seu intestino, trabalhando para:
- Melhorar a digestão e a absorção de nutrientes
- Produzir compostos anti-inflamatórios
- Controlar bactérias ruins e evitar infecções
E o que isso tem a ver com imunidade?
Tudo! Cerca de 70% do sistema imunológico está concentrado no intestino, e uma microbiota equilibrada é essencial para manter nossas defesas em alta.
Probióticos realmente fortalecem a imunidade?
Sim. Estudos mostram que o consumo regular de probióticos pode:
- Estimular a produção de células de defesa como linfócitos e macrófagos
- Reduzir inflamações crônicas, que enfraquecem o sistema imune
- Fortalecer a barreira intestinal, impedindo que toxinas e microrganismos nocivos entrem na corrente sanguínea
E há mais: pesquisas indicam que os probióticos podem diminuir a frequência e a gravidade de resfriados e infecções respiratórias, além de auxiliar na recuperação após doenças.
Como incluir probióticos na rotina
Alimente suas bactérias boas: combine probióticos com prebióticos, como banana, aveia, alho e cebola — eles servem de “alimento” para as bactérias benéficas.
Variedade é importante: alterne entre diferentes fontes de probióticos para diversificar a microbiota.
Seja consistente: os benefícios aparecem com o uso regular.
Manter o intestino saudável é uma das formas mais eficazes de cuidar da imunidade — de dentro para fora. *
Fontes:
Nutricionista Camile Zanichelli, CFN 18101381, é nutricionista formada pela Universidade de Vila Velha. Possui mestrado em Ciências Farmacêuticas com linha de pesquisa em Produtos Naturais: Aspectos Químicos, Biológicos e Aplicações pela mesma universidade e é pós-graduada em Nutrição Clínica pelo Almanaque Nutrição.


