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15/09 – Você pode estar ignorando esses nutrientes

Não é exagero. Dentro dele vivem trilhões de microrganismos — bactérias, vírus e fungos — que compõem a microbiota intestinal.

15/09 – Você pode estar ignorando esses nutrientes

15/09 – Você pode estar ignorando esses nutrientes

Equipe AlwaysFit

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Você já ouviu que o intestino é o “segundo cérebro”?

Não é exagero. Dentro dele vivem trilhões de microrganismos — bactérias, vírus e fungos — que compõem a microbiota intestinal.

Esses pequenos habitantes não só ajudam a digerir os alimentos, mas também regulam energia, humor e até a imunidade.

Energia: combustível das células

O intestino abriga micróbios que fermentam fibras da dieta, produzindo ácidos graxos de cadeia curta.

Esses compostos são usados pelo corpo como fonte de energia, além de influenciarem o metabolismo da glicose e das gorduras.

Quando a microbiota está equilibrada, a absorção de nutrientes melhora — mas, quando há disbiose (desequilíbrio), pode haver cansaço persistente e menor aproveitamento energético.

Humor: o elo intestino-cérebro

A conexão entre intestino e cérebro, chamada de eixo intestino-cérebro, é mediada pelo nervo vago, hormônios e neurotransmissores.

Estudos mostram que bactérias intestinais participam da produção de serotonina, dopamina e GABA — substâncias que regulam humor, ansiedade e bem-estar.

Isso ajuda a explicar por que alterações na microbiota estão associadas a maior risco de depressão e estresse.

Imunidade: a primeira linha de defesa

Cerca de 70% do sistema imunológico está concentrado no intestino.

A microbiota atua como “guardiã”, treinando as células imunes a diferenciar o que é inofensivo (alimentos, bactérias boas) do que é uma ameaça real (patógenos).

Quando equilibrada, fortalece a defesa contra infecções e inflamações. Mas se há desequilíbrio, pode abrir caminho para doenças autoimunes, alergias e inflamações crônicas.

Como cuidar da sua microbiota

  • Inclua fibras (frutas, legumes, grãos integrais, leguminosas).
  • Varie os alimentos: diversidade no prato = diversidade no intestino.
  • Prefira fermentados naturais como iogurte, kefir e kombucha.
  • Evite ultraprocessados, que favorecem inflamação.

Resumo

O equilíbrio da microbiota intestinal é vital.

Ele fornece energia, participa da regulação do humor e protege o sistema imune.

Cuidar dela é investir em mais disposição, equilíbrio emocional e defesas fortes ao longo da vida. *

Fontes:

1. National Library of Medicine – Gut microbiota, diet, and health【PMC10384867】

2. Johns Hopkins Medicine – The Brain-Gut Connection【Hopkins】

3. PubMed – Gut microbiota and the central nervous system【PubMed 33803407】

4. Cleveland Clinic – Gut Microbiome【Cleveland Clinic】

5. Harvard T.H. Chan School of Public Health – The Microbiome【Harvard Nutrition Source】

6. NIDDK – How the Digestive System Works【NIDDK】


Nem sempre os nutrientes mais importantes estão nos alimentos “da moda” ou nos suplementos caros.

Muitas vezes, eles estão no prato de todo dia — só passam despercebidos porque não chamam tanta atenção.

Com o passar dos anos, prestar atenção a essas vitaminas e minerais se torna ainda mais essencial para energia, ossos, coração e imunidade.

Ferro: energia que vem do básico

O ferro é essencial para levar oxigênio pelo corpo. Sua falta pode causar cansaço, fraqueza e queda de cabelo.

Ele não está só nas carnes vermelhas: feijão, lentilha, espinafre e até sementes de abóbora são boas fontes.

E uma dica importante: combinar ferro vegetal com vitamina C (como um copo de suco de laranja) ajuda o corpo a absorver melhor.

Magnésio: discreto, mas vital

O magnésio participa de mais de 300 reações no organismo — do controle da pressão ao funcionamento dos músculos e nervos.

Muitas vezes esquecido, está presente em alimentos simples como grãos integrais, nozes, sementes e vegetais verdes escuros.

Zinco: guardião da imunidade

Pouca gente lembra dele, mas o zinco é fundamental para cicatrização, produção de hormônios e defesa contra infecções.

Fontes acessíveis? Castanhas, grão-de-bico, feijão, carnes e até laticínios.

Vitamina K: além da coagulação

Conhecida por ajudar o sangue a coagular, a vitamina K também tem papel importante na saúde óssea e cardiovascular.

Ela está em vegetais de folhas verdes como couve, espinafre e brócolis — alimentos que, muitas vezes, já estão no prato, mas passam despercebidos.

Fibras: não são vitaminas, mas fazem diferença

As fibras não entram na lista de micronutrientes, mas são um exemplo de como algo simples pode transformar a saúde.

Elas melhoram o intestino, reduzem o colesterol ruim (LDL), ajudam no controle da glicose e protegem o coração.

Frutas, legumes, leguminosas e cereais integrais são fontes cotidianas que merecem mais espaço.

Resumo

Não é preciso procurar longe: muitos dos nutrientes essenciais já estão em alimentos comuns, mas muitas vezes ignorados.

Ao olhar com mais atenção para o que vai no prato, você descobre que pequenos ajuste como variar grãos, incluir mais folhas verdes ou dar espaço para sementes e castanhas — podem trazer um impacto enorme para a saúde a longo prazo. *

Fontes:

1. HealthDirect – Foods high in iron

2. Mayo Clinic – High blood cholesterol: Expert Answers

3. NIH – Zinc Fact Sheet for Health Professionals

4. NIH – Magnesium Fact Sheet for Health Professionals

5. NIH – Vitamin K Fact Sheet for Health Professionals

6. Mayo Clinic – Dietary fiber: Essential for a healthy diet

7. Healthline – The Top 11 Foods That Are High in Iron

8. Harvard T.H. Chan – The Nutrition Source: Vitamins


Enxergar bem não depende apenas de óculos ou consultas regulares. O que você coloca no prato também pode influenciar diretamente na saúde dos seus olhos — especialmente após os 50, quando o risco de problemas como degeneração macular e catarata aumenta.

Alguns micronutrientes atuam como verdadeiros protetores da visão, ajudando a manter clareza, nitidez e adaptação à luz ao longo dos anos.

Zinco: o mensageiro da visão

O zinco participa de processos fundamentais na retina, ajudando a transportar a vitamina A até os fotorreceptores.

Sem ele, a visão noturna pode ficar comprometida e aumenta o risco de degeneração macular relacionada à idade (DMRI).

Fontes: sementes de abóbora, feijão, lentilha, carnes magras e castanhas.

Luteína e Zeaxantina: filtros naturais da retina

Presentes em grandes concentrações na mácula, região central da retina, esses carotenoides funcionam como antioxidantes e filtros de luz azul.

Eles protegem os olhos contra os danos dos radicais livres e estão ligados a menor risco de catarata e DMRI.

Fontes: couve, espinafre, brócolis, milho, pimentão amarelo e gema do ovo.

Vitamina A: adaptação e proteção

A vitamina A é essencial para a produção de rodopsina — proteína que permite enxergar em ambientes com pouca luz.

Sua deficiência pode causar ressecamento ocular e até cegueira noturna.

Fontes: cenoura, batata-doce, abóbora, manga e fígado.

Como trazer isso para o dia a dia

  • Varie vegetais de cores vibrantes no prato (verde-escuros, amarelos e laranjas).
  • Inclua leguminosas e oleaginosas para garantir zinco.
  • Use ovos e vegetais frescos em preparações simples.
  • Prefira cozimento leve (como vapor) para preservar nutrientes.

Resumo:

Zinco, luteína, zeaxantina e vitamina A formam um time essencial para proteger a visão.

Estão em alimentos comuns, mas fazem diferença real na saúde ocular — especialmente para manter a nitidez e reduzir o risco de doenças relacionadas à idade. *

Fontes:

1. American Academy of Ophthalmology – Diet and Nutrition for Eye Health

2. Johns Hopkins Medicine – Nutrition and Eye Health

3. Healthline – Lutein and Zeaxanthin: Benefits for Eyes

4. NIH – Office of Dietary Supplements: Zinc


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