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02/08 – você repõe o que seu corpo já não produz?

Mas às vezes, mesmo com tudo isso, parece que falta alguma coisa.

02/08 – você repõe o que seu corpo já não produz?

02/08 – você repõe o que seu corpo já não produz?

Equipe AlwaysFit

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Você tenta cuidar bem do corpo.

Se alimenta melhor, se mexe quando dá, busca dormir cedo.

Mas às vezes, mesmo com tudo isso, parece que falta alguma coisa.

A verdade?

Com o tempo, o corpo simplesmente para de produzir certos compostos que, antes, estavam ali todos os dias — trabalhando por você sem alarde.

E quando essa produção cai, você sente.

Na energia, no sono, na digestão… até no espelho.

Hoje vamos falar do que o corpo deixa de fabricar com o tempo — e por que faz sentido repor em alguns casos.

1. Coenzima Q10: menos energia, mais cansaço

A CoQ10 é um dos compostos mais importantes para sua energia celular.

Ela age dentro das mitocôndrias — estruturas responsáveis por gerar ATP, a “moeda energética” do corpo.

Sem níveis adequados, o corpo funciona como uma bateria fraca:

  • Menor rendimento físico
  • Cansaço mental e dificuldade de concentração
  • Recuperação muscular mais lenta
  • Impacto até na saúde cardiovascular

O problema?

A produção natural começa a cair aos 30 anos e despenca com o tempo.

Pessoas que usam estatinas (remédios para colesterol) também têm níveis mais baixos — o que pode explicar dores musculares e fadiga associadas.

Estudos mostram que a suplementação com CoQ10 pode ajudar na disposição, na performance física, na saúde do coração e até na fertilidade em algumas faixas etárias.

2. Colágeno: quando a estrutura cede

Colágeno não é só sobre estética.

Essa proteína está em praticamente todo o corpo: articulações, músculos, pele, ossos, ligamentos…

Aos 25 anos, já começa a queda na produção.

Aos 40, essa perda se acelera. E aos 60, você pode ter menos da metade do colágeno que tinha na juventude.

Na prática, isso significa:

  • Dores nas articulações ao esforço
  • Flacidez, rugas e perda de elasticidade na pele
  • Queda de cabelo mais intensa
  • Unhas frágeis e musculatura menos firme

Suplementos com peptídeos bioativos, como o Verisol®, têm evidências clínicas de que estimulam a produção endógena de colágeno e melhoram a elasticidade, hidratação da pele e resistência de unhas e cabelos.

Mais que beleza, é uma questão de manutenção estrutural do corpo.

3. Melatonina: o tempo do sono desajusta

Você deita, mas o sono não vem.

Ou dorme e acorda no meio da noite — sem conseguir pegar no sono de novo.

Muita gente vive isso. E o motivo pode estar dentro do cérebro.

A melatonina é o hormônio que regula o ritmo circadiano — aquele ciclo natural que diz ao corpo a hora de dormir e acordar.

Com o envelhecimento, especialmente após os 55-60 anos, a produção de melatonina diminui.

E junto com ela, a qualidade do sono:

  • Sono mais leve e fragmentado
  • Acordar cedo demais
  • Menor tempo em sono profundo (fase restauradora)
  • Fadiga ao longo do dia

A boa notícia é que, em muitos casos, o ajuste pode ser simples:

  • Reduzir luzes fortes e telas à noite
  • Expor-se à luz solar pela manhã
  • Criar rotina de sono consistente

Mas, se necessário, doses baixas de melatonina (0,3mg a 1mg) antes de dormir podem ajudar. Sempre com orientação.

4. Enzimas digestivas: quando o estômago não acompanha

Você come bem, mas sente peso.

Fica estufado depois de refeições simples.

Ou sente que alguns alimentos “param” no estômago.

À medida que envelhecemos, a produção de enzimas digestivas também diminui.

Elas são fundamentais para quebrar os alimentos em partículas menores e permitir a absorção dos nutrientes.

Com menos enzimas, aparecem:

  • Gases e desconfortos intestinais
  • Deficiência de nutrientes, mesmo com boa dieta
  • Sensibilidade maior a leite, glúten ou proteínas mais complexas

O uso de antiácidos, comum em idosos, agrava esse cenário, pois reduz o ácido clorídrico que ativa muitas enzimas.

Suplementos com enzimas específicas (como lipase, amilase, lactase e protease) podem ajudar em refeições mais pesadas ou fases de maior sensibilidade — sempre com avaliação profissional.

Conclusão

Você não é o mesmo de 20 anos atrás. E isso não é ruim — é natural.

Mas entender o que seu corpo já não produz com a mesma eficiência é o primeiro passo para se cuidar com inteligência.

Repor o que falta não é exagero. É sabedoria.

O tempo passa. Você decide como envelhecer com ele. *

Fontes:

1. WebMD – What Are Digestive Enzymes?

2. GL Surgical – Digestive Health and Ageing

3. PubMed – Age-Associated Decrease of CoQ10 (PMID: 8612992)

4. PubMed – Effect of Statins on CoQ10 (PMID: 27302542)

5. Harvard Health – Melatonin Supplement Dosage

6. PubMed – Sleep Patterns in Aging (PMID: 37120473)

7. PMC – Coenzyme Q10 in Aging (PMC7403684)

8. MDPI – Nutrients Journal

9. PMC – Melatonin and Sleep Disorders (PMC6627360)

10. OAE Publishing – Digestive Aging and Enzymes

11. Mayo Clinic – Coenzyme Q10 Supplements


A memória já não é a mesma? Esquece nomes, datas ou se perde no meio de tarefas simples?

É comum culpar o estresse ou o cansaço — mas o que você come pode estar influenciando (e muito) o desempenho do seu cérebro.

Com o tempo, o cérebro também envelhece. E para se manter saudável, ele precisa de nutrientes certos, todos os dias.

Veja alguns alimentos cientificamente reconhecidos por apoiar a saúde cognitiva:

1. Vegetais verde-escuros

Brócolis, espinafre e couve são fontes de folato (vitamina B9), importante para a função cerebral e prevenção de declínio cognitivo.

Estudos apontam que níveis adequados de folato estão associados a menor risco de doenças neurodegenerativas e depressão em adultos mais velhos.

2. Peixes gordurosos

Salmão, sardinha e cavala são ricos em ômega-3 — especialmente DHA, um ácido graxo essencial para a estrutura dos neurônios e sinapses.

Dietas com bom teor de ômega-3 demonstram melhora na memória, atenção e menor risco de demência com o envelhecimento.

3. Ovos

A gema do ovo é uma das melhores fontes de colina, um nutriente essencial para a síntese de acetilcolina, neurotransmissor ligado à memória e ao aprendizado.

A deficiência de colina tem sido associada a dificuldades cognitivas e problemas de desenvolvimento cerebral.

4. Café (com moderação)

A cafeína, quando consumida com equilíbrio, pode melhorar o estado de alerta, a memória de curto prazo e a performance cognitiva, principalmente em momentos de fadiga.

Mas atenção: o excesso pode causar ansiedade e prejudicar o sono — dois fatores que sabotam o foco.

O cérebro também sente o que você come.

A chave está na rotina — pequenos hábitos alimentares que nutrem seu corpo e sua mente todos os dias. *

Fontes:

1. PubMed – Serum folate and cognitive function (PMID: 1356551)

2. ScienceDirect – Nutrition and cognitive decline

3. PMC – Omega-3 Fatty Acids in the Prevention of Cognitive Decline

4. NIH ODS – Choline Fact Sheet for Health Professionals

5. Harvard Nutrition Source – Omega-3 Fats


Você termina o dia com os olhos pesados, secos ou embaçados?

Pode ser mais do que cansaço: a exposição prolongada à luz azul — principalmente a das telas — está entre os principais fatores de desconforto ocular na vida moderna.

E mesmo sendo algo comum, ainda levanta dúvidas:

Será que faz mal? O que a ciência diz?

Onde está a luz azul?

Ela não vem só do celular. A luz azul está presente na luz solar e em qualquer tela: computador, tablet, TV, lâmpadas LED.

Durante o dia, até ajuda na concentração e no ritmo biológico.

Mas à noite, o excesso pode afetar sono, foco e — em longo prazo — a própria visão.

O que a luz azul pode causar?

Estudos apontam três consequências principais:

  • Fadiga ocular digital – Visão embaçada, olhos secos e sensação de ardência após horas de tela
  • Interferência no sono – Inibe a produção de melatonina, dificultando o adormecer
  • Estresse oxidativo na retina – Ainda em estudo, mas com sinais de possível relação com degeneração da mácula

A boa notícia? Você não precisa parar de usar telas — mas pode proteger sua visão com hábitos simples.

Como aliviar os olhos no dia a dia?

  • A cada 20 minutos, olhe para longe por 20 segundos (a regra 20-20-20)
  • Reduza o brilho da tela à noite e ative o modo noturno
  • Evite telas antes de dormir — 1 hora já faz diferença
  • Piscar mais ajuda a lubrificar os olhos
  • Use colírios lubrificantes se sentir ressecamento frequente

Se o desconforto persistir, vale conversar com um oftalmologista — especialmente para quem passa muitas horas em frente ao computador. *

Fontes:

1. O antognista - Saúde dos olhos em risco? Descubra os efeitos da luz azul

2. O Globo - A luz azul das telas faz mal para os olhos? Especialistas analisam mitos comuns sobre a visão


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