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30/12 – o que a ciência diz sobre a cúrcuma?

A cúrcuma, raiz de cor vibrante usada há séculos na culinária e na medicina tradicional, vem ganhando espaço também na ciência moderna.

30/12 – o que a ciência diz sobre a cúrcuma?

30/12 – o que a ciência diz sobre a cúrcuma?

Equipe AlwaysFit

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A cúrcuma, raiz de cor vibrante usada há séculos na culinária e na medicina tradicional, vem ganhando espaço também na ciência moderna.

Seu composto ativo, a curcumina, concentra os principais benefícios — que vão do combate à inflamação à proteção do cérebro.

O que a cúrcuma pode fazer por você

  • Inflamação sob controle: A curcumina bloqueia moléculas que alimentam processos inflamatórios crônicos, ajudando em dores articulares e reduzindo risco de artrite.
  • Proteção cerebral: Estudos indicam que ela pode estimular o BDNF, uma proteína ligada à formação de novos neurônios e à prevenção de doenças neurodegenerativas.
  • Digestão equilibrada: Favorece a produção de bile, auxiliando na digestão de gorduras e no alívio de azia e desconforto estomacal.
  • Escudo antioxidante: Neutraliza radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce e danos celulares associados a doenças crônicas.

Como usar de forma eficaz

  • Na cozinha: como tempero em pratos quentes, molhos ou bebidas.
  • Em cápsulas ou extratos: opção prática para quem busca concentrações mais altas.
  • Com pimenta-do-reino: a piperina aumenta significativamente a absorção da curcumina no corpo.

Para levar daqui

A cúrcuma não é milagre — mas pode ser um recurso natural valioso no cuidado da saúde.

Inserida na rotina, ajuda a reduzir inflamações, proteger o cérebro e apoiar a digestão.

Como sempre, a orientação médica é essencial antes de iniciar qualquer suplementação.*

Fontes:

1. NIH – Effects of Turmeric (Curcuma longa) on Skin Health: A Systematic Review of the Clinical Evidence

2. NIH – Antioxidant and anti-inflammatory properties of curcumin


Cuidar da saúde não significa abrir mão do sabor doce.

Hoje existem alternativas ao açúcar que ajudam a reduzir calorias, controlar a glicemia e até trazer benefícios extras. Mas nem todas funcionam da mesma forma — e é importante saber escolher.

Por que reduzir o açúcar?

O consumo excessivo está ligado a:

  • Resistência à insulina → aumenta o risco de diabetes tipo 2.
  • Inflamação crônica → acelera o envelhecimento e compromete a saúde do coração.
  • Ganho de peso → pelo excesso de calorias vazias.

Trocar o açúcar por adoçantes mais seguros pode ser um passo simples, mas poderoso.

Alternativas naturais em destaque

  • Stévia: extraída de uma planta, não tem calorias nem eleva a glicemia. Ideal para bebidas, embora possa deixar leve amargor.
  • Eritritol: muito semelhante ao açúcar no sabor, não altera a glicemia e quase não tem calorias. Ótimo para receitas quentes e frias.
  • Xilitol: encontrado em frutas e vegetais, é doce e ainda protege a saúde bucal. Só exige cautela, pois pode causar desconforto intestinal em excesso.
  • Frutas secas e purês (como tâmaras): adoçam receitas naturalmente e oferecem fibras, vitaminas e minerais. O cuidado é a frutose, que deve ser consumida com moderação.

E os artificiais?

Sucralose e aspartame são comuns, mas por serem processados, não devem ser a primeira escolha. Sempre que possível, prefira as versões naturais.

Como escolher na prática

  • Para bebidas quentes: stévia ou eritritol.
  • Para receitas: eritritol ou xilitol, que têm melhor resultado no forno.
  • Para sobremesas saudáveis: tâmaras ou purês de frutas.
  • Para praticidade no dia a dia: stévia em gotas.

O importante não é apenas trocar o açúcar, mas criar uma relação mais consciente com o doce.

Assim você mantém o prazer no paladar sem abrir mão da saúde. *

Fonte:

Nutricionista Camile Zanichelli, CFN 18101381, é nutricionista formada pela Universidade de Vila Velha. Possui mestrado em Ciências Farmacêuticas com linha de pesquisa em Produtos Naturais: Aspectos Químicos, Biológicos e Aplicações pela mesma universidade e é pós-graduada em Nutrição Clínica pelo Almanaque Nutrição.


Você já ouviu falar que as vitaminas do complexo B dão energia.

Mas a verdade é que B6, B9 (folato) e B12 vão muito além disso:

elas influenciam o coração, o cérebro e até a qualidade do sangue.

Energia que vem de dentro

Essas vitaminas ajudam o corpo a transformar nutrientes em combustível.

Sem elas, a fadiga aparece rápido — mesmo com sono em dia e boa alimentação.

Cérebro e memória em jogo

A falta de B12, em especial, está ligada à perda de memória e ao declínio cognitivo.

Já a combinação das três mantém os neurotransmissores ativos, protege contra alterações de humor e mantém a mente clara.

Coração e sangue protegidos

Um dos papéis mais importantes desse trio é reduzir a homocisteína,

um aminoácido que, em excesso, aumenta o risco de doenças cardiovasculares.

Além disso, B9 e B12 são indispensáveis para formar glóbulos vermelhos saudáveis, prevenindo a anemia.

Onde encontrar

  • B6: peixe, frango, batata, banana.
  • B9: folhas verdes, feijão, lentilha.
  • B12: carnes, ovos, leite e queijos (ou suplementação, no caso de veganos).

O que levar daqui

Esse trio não é “só energia”. Ele garante foco, protege seu coração e mantém seu sangue saudável.

Cuidar da ingestão de B6, B9 e B12 é cuidar da base que sustenta o corpo inteiro. *

Fontes:

1. NIH - Vitamin B62.

2. NIH - Folate

3. NIH - Vitamin B12


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