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03/11 – fadiga ou falta de nutrientes?

Você já ouviu falar em sarcopenia? É a perda progressiva de massa muscular que acontece naturalmente com o envelhecimento. E não é só uma questão estética.

03/11 – fadiga ou falta de nutrientes?

03/11 – fadiga ou falta de nutrientes?

Equipe AlwaysFit

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Você já ouviu falar em sarcopenia? É a perda progressiva de massa muscular que acontece naturalmente com o envelhecimento. E não é só uma questão estética.

A sarcopenia está associada a:

  • Diminuição da força
  • Dificuldade para subir escadas ou levantar da cama
  • Maior risco de quedas
  • Perda de independência

Segundo Harvard Health, começamos a perder massa muscular por volta dos 40 anos, e essa perda se acelera com o passar do tempo.

Mas há uma boa notícia: é possível prevenir — e até reverter — esse processo.

E onde entra a creatina?

Por muito tempo vista apenas como suplemento de academia, a creatina vem sendo amplamente estudada no envelhecimento saudável.

Ela é uma substância natural que:

  • Melhora a força e a performance física
  • Estimula o crescimento e a preservação da massa muscular
  • Reduz a fadiga muscular e melhora a função motora
  • Pode até beneficiar a saúde cerebral em adultos mais velhos

O que mostram os estudos?

1. Uma revisão publicada no Journal of Clinical Medicine mostrou que a suplementação com creatina, combinada com exercícios de resistência, melhora significativamente a força e a massa muscular em adultos mais velhos.

2. Outro estudo aponta que a creatina aumenta a síntese de proteína muscular e melhora a função mitocondrial, o que ajuda diretamente no combate à sarcopenia.

3. A Cleveland Clinic também destaca que a creatina é segura e eficaz para adultos saudáveis — inclusive idosos — e pode ser usada a longo prazo.

Como tomar?

  • Dose recomendada: 3 a 5g por dia
  • Horário: Pode ser tomada a qualquer momento, com ou sem treino
  • Com ou sem comida? Preferencialmente junto a uma refeição rica em carboidratos ou proteínas

A creatina está presente em carnes, mas em pequenas quantidades. Para obter 5g só com alimentação, seriam necessários cerca de 1kg de carne vermelha por dia.

Por isso, a suplementação é a forma mais prática — especialmente para quem tem ingestão proteica baixa ou segue dieta restritiva.

Precisa de atenção?

  • Em pessoas saudáveis, a creatina é considerada segura mesmo com uso prolongado.
  • Quem tem doença renal pré-existente deve consultar um médico antes de iniciar o uso.

Mais do que força: é autonomia

A creatina não é só para jovens ou atletas. Ela é uma das estratégias com maior respaldo científico para preservar força, mobilidade e qualidade de vida em adultos mais velhos.

Se o seu objetivo é envelhecer com independência e energia, esse suplemento pode ser um grande aliado.

Fontes:

  • 1. Harvard Health – A guide to combatting sarcopenia and preserving muscle mass as you get older
  • 2. Journal of Clinical Medicine – Effects of Creatine Supplementation on Muscle Mass and Strength in Older Adults

3. Cleveland Clinic – Creatine

4. Nutrients – Creatine Supplementation Improves Mitochondrial Function in Skeletal Muscle


Sabe aquela sensação de formigamento nas mãos, pés sempre frios, ou até o aparecimento de varizes doloridas?

Esses sinais, muitas vezes vistos como “normais da idade”, podem indicar algo mais profundo:

problemas na circulação sanguínea.

E ignorar isso pode afetar muito mais do que suas pernas.

Vamos entender melhor?

Por que a má circulação acontece?

Com o passar dos anos, o sistema circulatório pode perder eficiência.

As causas mais comuns incluem:

  • Sedentarismo
  • Má alimentação
  • Excesso de peso
  • Tabagismo
  • Diabetes ou hipertensão mal controladas
  • Insuficiência venosa crônica

O resultado? Dificuldade de o sangue chegar às extremidades — e de voltar com eficiência para o coração.

Sinais comuns (e negligenciados)

Nem sempre a circulação ruim se apresenta com dor.

Preste atenção se você sente:

  • Pés ou mãos frios o tempo todo
  • Formigamentos frequentes
  • Inchaços ao final do dia
  • Câimbras noturnas nas pernas
  • Varizes visíveis ou que doem
  • Cansaço excessivo nas pernas mesmo em repouso
  • Pele seca, rachada ou com coloração arroxeada nos pés

Dá pra melhorar?

Sim! A boa circulação depende de movimento, vasos saudáveis e sangue de qualidade.

Veja o que ajuda — e tem comprovação científica:

Hábitos que fazem a diferença

  • Movimente-se todos os diasCaminhadas leves, alongamentos e exercícios circulatórios (como pedalar no ar ou subir escadas) ajudam muito.
  • Hidrate-se bemO sangue precisa de água para circular com fluidez.
  • Eleve as pernas ao fim do diaIsso favorece o retorno venoso e reduz o inchaço.
  • Evite cruzar as pernas por muito tempoEssa posição pode comprimir vasos e dificultar a circulação.

Nutrientes que apoiam a circulação

Alguns compostos naturais podem ajudar a melhorar o fluxo sanguíneo e proteger os vasos:

  • Magnésio – relaxa os vasos e reduz cãibras
  • Vitamina C + bioflavonoides (como rutina e hesperidina) – fortalecem veias e capilares
  • Diosmina – usada para aliviar sintomas de varizes e insuficiência venosa
  • Ômega-3 – reduz a viscosidade do sangue e melhora a fluidez
  • Ginkgo biloba – aumenta o fluxo nas extremidades e melhora oxigenação

Quando procurar ajuda?

Se os sintomas forem persistentes ou intensos — como dor ao caminhar, feridas que não cicatrizam ou inchaço constante — procure um médico.

Quanto mais cedo for avaliado, mais fácil é controlar. *

Fontes:

1. Cleveland Clinic – Poor Circulation

2. NIH – Varicose veins: Diagnosis and treatment

3. PhysMedi – Benefits of Diosmin and Hesperidin in venous insufficiency and lymphedema

4. NIH – Omega-3 Supplements: What You Need to Know


Você dorme bem, come direitinho, até tenta se movimentar — mas mesmo assim se sente sem energia, com a mente lenta ou o corpo pesado?

Talvez o problema não seja a sua rotina. Pode ser o que está faltando nela.

Hoje, vamos falar de 3 deficiências nutricionais silenciosas, mas muito comuns — e que sabotam sua disposição no dia a dia.

1. Ferro: o oxigênio que não chega

O ferro é essencial para transportar oxigênio no sangue.

Quando está em falta, o corpo inteiro sente — principalmente o cérebro e os músculos.

Sinais comuns de deficiência:

  • Cansaço sem explicação
  • Palidez
  • Falta de ar em esforço leve
  • Queda de cabelo
  • Dificuldade de concentração

Mesmo quem não tem anemia pode ter estoques baixos de ferritina, o que já impacta sua energia.

O que ajuda: carnes magras, folhas escuras, feijão, vitamina C (para ajudar na absorção) ou suplementação quando necessário.

2. Magnésio: o mineral do metabolismo

O magnésio participa de mais de 300 reações no corpo — incluindo a produção de energia celular.

Se falta magnésio, o cansaço vira regra.

Sinais comuns de deficiência:

  • Fadiga
  • Câimbras
  • Irritabilidade
  • Sono leve ou não reparador
  • Intestino preso

Baixos níveis são comuns após os 40 anos, principalmente em quem vive com estresse alto ou toma certos medicamentos (como diuréticos, omeprazol ou metformina).

O que ajuda: sementes, oleaginosas, vegetais verdes escuros e suplementação com magnésio dimalato, bisglicinato ou treonato (dependendo da necessidade).

3. Vitamina B12: energia e foco

A B12 participa da formação dos glóbulos vermelhos e da saúde do sistema nervoso.

Sem ela, o corpo produz menos energia — e o cérebro sofre.

Sinais comuns de deficiência:

  • Cansaço
  • Memória fraca
  • Dormência ou formigamento
  • Língua sensível ou “lisa”
  • Mudanças de humor

Pessoas acima dos 50 anos, vegetarianos e quem usa metformina ou omeprazol são os mais afetados.

O que ajuda: ovos, carnes, laticínios e suplementação (em cápsulas ou sublingual).

Quando investigar?

Se mesmo com sono, alimentação e exercícios você continua se sentindo sem energia, vale a pena conversar com um profissional de saúde e fazer exames.

Corrigir essas deficiências pode ser a chave para recuperar sua disposição. *

Fontes:

1. Harvard Health – Iron deficiency: A cause of unexplained fatigue

2. Sleep Foundation – Magnesium and Sleep

3. WebMD – B12 Deficiency Symptoms and Causes

4. National Institutes of Health – Magnesium Fact Sheet for Health Professionals

5. National Institutes of Health – Vitamin B12 Fact Sheet


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