Posso ajudar?
Pular para o conteúdo
25% de Cashback! Frete Barato97% Satisfação Total241.319+ Pedidos Mensais Entregues Antes do Prazo
← Notícias

04/09 – Proteína em excesso faz mal?

Você já se pegou pensando em doce mesmo depois de ter almoçado bem?

04/09 – Proteína em excesso faz mal?

04/09 – Proteína em excesso faz mal?

Equipe AlwaysFit

  • #proteína
  • #clinic
  • #protein
  • #excesso
  • #chromium
  • #renal
  • #health
  • #risco

Você já se pegou pensando em doce mesmo depois de ter almoçado bem?

Ou aquela vontade quase irresistível de “beliscar” algo no meio da tarde?

Isso não é apenas falta de disciplina — muitas vezes tem a ver com oscilações no açúcar do sangue.

E é aqui que entra o cromo, um mineral pouco lembrado, mas que pode ajudar a equilibrar esse processo.

Por que ele faz diferença

  • O cromo ajuda a insulina a funcionar melhor, levando a glicose para dentro das células.
  • Quando o açúcar no sangue fica mais estável, você sente menos picos de fome repentina.
  • Em alguns estudos, pessoas que tomaram picolinato de cromo relataram menor vontade de comer doces e massas.

O que a ciência mostra

Ensaios clínicos apontam que o cromo pode reduzir o consumo de carboidratos e gorduras, aumentando a sensação de saciedade.

Em indivíduos com resistência à insulina ou diabetes tipo 2, ele aparece como um apoio extra no controle da glicemia.

Mas atenção: os resultados ainda não são iguais para todos — algumas pesquisas mostram efeito relevante, outras menos. O que é certo é que ele não substitui uma dieta equilibrada.

Onde você encontra cromo naturalmente

  • Brócolis no almoço.
  • Maçã no lanche da tarde.
  • Uvas e frutas variadas.
  • Nozes e castanhas para beliscar.
  • Grãos integrais no café da manhã.

Sozinhos, não fazem milagre, mas ajudam o corpo a manter energia estável ao longo do dia.

Resumo prático

A vontade de doce não é só questão de força de vontade.

Com glicemia mais equilibrada, ela perde força.

E o cromo pode ser um aliado discreto nesse processo — seja pelo prato ou como apoio clínico quando indicado. *

Fontes:

1. Anton SD et al. – Effects of Chromium Picolinate on Food Intake and Satiety (ResearchGate)

2. McIver DJ et al. – Chromium as metabolic therapy for insulin resistance (PMC2753428)

3. NIH – Chromium: Fact Sheet for Health Professionals

4. NIH – Chromium: Consumer Fact Sheet

5. Balk EM et al. – Chromium supplementation and glycemic control in diabetes (PubMed 33783683)

6. Mayo Clinic – Diabetes diet: create your healthy-eating plan


As varizes são veias dilatadas e tortuosas, geralmente visíveis nas pernas.

Muitas vezes vistas apenas como um incômodo estético, na verdade elas são um sinal de fragilidade do sistema venoso e podem indicar problemas circulatórios mais sérios.

Por que elas aparecem?

As veias possuem válvulas que evitam o refluxo do sangue.

Quando essas válvulas enfraquecem, o sangue se acumula, aumentando a pressão e provocando a dilatação visível dos vasos.

Fatores de risco incluem:

  • Histórico familiar.
  • Longos períodos em pé ou sentado.
  • Gravidez e alterações hormonais.
  • Excesso de peso.
  • Envelhecimento, que enfraquece naturalmente as paredes das veias.

Quando as varizes preocupam?

Embora muitas sejam leves, varizes podem evoluir e causar:

  • Dor, peso ou cansaço nas pernas.
  • Inchaço nos tornozelos.
  • Coceira ou queimação ao redor das veias.
  • Alterações na cor da pele.
  • Em casos avançados: úlceras venosas ou trombose.

Um estudo clássico publicado no British Medical Journal já mostrava que, além da aparência, as varizes refletem alterações funcionais importantes da circulação venosa, que podem reduzir qualidade de vida.

Como prevenir e cuidar

  • Movimente-se diariamente: caminhada, bicicleta e natação ajudam o sangue a circular.
  • Eleve as pernas: descansar com pés para cima favorece o retorno venoso.
  • Mantenha peso saudável: reduz a pressão nas veias.
  • Use meias de compressão: quando recomendadas, ajudam a aliviar sintomas e prevenir complicações.
  • Acompanhamento médico: casos mais avançados podem precisar de tratamento específico, como laser, escleroterapia ou cirurgia.

Resumo prático:

As varizes não são apenas um detalhe estético. Elas revelam o estado da circulação e podem sinalizar doença venosa crônica.

Cuidar das pernas é cuidar da saúde vascular como um todo — um passo essencial para manter mobilidade e qualidade de vida. *

Fontes:

1. Callam MJ – Epidemiology of varicose veins (PubMed 8831377)

2. Cleveland Clinic – Venous Disease

3. Cleveland Clinic – Varicose Veins

4. Mayo Clinic – Varicose veins: Symptoms and causes

5. Society for Vascular Surgery – Varicose Veins


A proteína ganhou protagonismo nas dietas nos últimos anos: está nos cardápios fitness, nos shakes pós-treino e até em pães e iogurtes “enriquecidos”.

Mas será que mais proteína sempre significa mais saúde?

A ciência mostra que a resposta depende da quantidade, da fonte e da sua condição de saúde.

Por que a proteína é essencial

  • Constrói e preserva músculos: especialmente importante após os 50 anos, quando a perda de massa magra (sarcopenia) se acelera.
  • Participa de funções vitais: produção de enzimas, hormônios e transporte de nutrientes.
  • Recomendação geral: segundo a Mayo Clinic e a American Heart Association, a ingestão ideal para a maioria dos adultos varia entre 0,8 a 1,2 g por quilo de peso corporal ao dia — podendo chegar a 1,6 g/kg em idosos ativos ou atletas.

Onde mora o risco?

  • Excesso calórico: proteína em demasia pode ser convertida em energia ou gordura, favorecendo ganho de peso.
  • Saúde renal: estudos indicam que, em pessoas com doença renal pré-existente, altas doses podem acelerar a perda de função dos rins.
  • Coração e fontes proteicas: dietas muito ricas em carnes vermelhas e processadas estão ligadas a maior risco cardiovascular. Já proteínas de peixes, leguminosas e nozes são associadas a benefícios para o coração.

Mitos comuns

  • ❌ “Proteína em excesso sempre prejudica os rins” – Em adultos saudáveis, não há evidência clara de dano renal direto. O risco maior é em quem já tem predisposição ou doença renal instalada.
  • ❌ “Mais proteína gera mais músculo” – Sem estímulo de treino de força, o corpo não consegue transformar todo excesso em massa magra.
  • ❌ “Só suplementos garantem proteína suficiente” – A alimentação equilibrada costuma ser suficiente: ovos, laticínios, peixes, leguminosas e sementes já atendem às necessidades na maioria dos casos.

Resumo prático

A proteína é indispensável em todas as idades, mas não é caso de “quanto mais, melhor”.

Para adultos saudáveis, a chave está em equilibrar quantidade e variedade — dando preferência a fontes vegetais, peixes, aves e laticínios.

Com orientação adequada, a proteína se torna um pilar de saúde, energia e longevidade. *

Fontes:

1. The Guardian – The truth about protein: how to get enough at every age

2. Mayo Clinic Health System – Are you getting too much protein?

3. Harvard Health – How much protein do you need every day?

4. American Heart Association – Protein and heart health

5. Devries & Phillips – Protein requirements and aging (PubMed 26797090)

6. Martin WF et al. – Dietary protein intake and renal function (PMC6054213)


Enviamos para todo o Brasil

Receba seu pedido onde estiver.

Compre com segurança

Em todo o site Always Fit®.

Atendimento fácil

Tire dúvidas com nosso SAC.

Pague parcelado

Em até 12x.